Núcleo Comum
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Ao final desta trilha, você usa IA como contraponto de leitura e oficina de versões — perguntas de argumento e evidência, quadro de revisão com justificativa, versões por público sem empobrecer, sequência de ensino com critérios de feedback e protocolo de transparência — preservando autoria, variedade linguística, fonte e a decisão editorial ou pedagógica, que continua sua.
A profissional de Letras recém-formada em revisão, ensino de língua, produção editorial ou mediação de leitura — frequentemente freelancer, pagando por lauda ou por hora, e disputando espaço com a promessa de que a máquina já resolve. Não é a pesquisadora de linguística: aqui o foco é quem trabalha com texto de outra pessoa, sob prazo.
A trilha ensina a pedir apoio à IA com contexto e critério — e a reconhecer, em cada passo, o que continua sendo decisão sua.
Conteúdo direto, em áudio, com aplicação prática e limite profissional explícito.
Mapear em vez de avaliar.
O quadro com a coluna do motivo.
Versões com relatório de perda.
Critérios de feedback, e o que não corrigir.
O protocolo de transparência.
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Referência da trilha e comandos prontos para adaptar ao seu trabalho.
Um tutor que funciona em qualquer um dos quatro motores e ajuda você a praticar depois dos episódios.
A IA não é árbitra da língua nem autora invisível.
Respostas curtas, tiradas do conteúdo da trilha.
A IA serve como contraponto de leitura e oficina de versões: mapear tese, evidência e lacunas de um texto, montar o quadro de revisão com justificativa, produzir versões por público com relatório do que se perde e preparar sequências de ensino com critérios de feedback. A regra da trilha: a IA não é árbitra da língua nem autora invisível.
Pode sugerir, mas revisão sem rastro não é revisão. Use um quadro de quatro colunas: original, sugestão, motivo classificado (norma, clareza, coesão, adequação ao gênero ou preferência de estilo) e decisão. A maior parte do que se "corrige" é preferência, e o autor tem direito à integridade da obra: para exercer esse direito, precisa saber o que mudou.
Porque, ao pedir avaliação, você recebe um texto que imita um julgamento. Peça um mapeamento: a tese em uma frase, as afirmações fortes com a evidência que o próprio texto apresenta, as lacunas e os contra-argumentos que ele não enfrenta, sem reescrever nem trazer informação de fora. O mapa é da ferramenta; o veredito é seu.
O risco existe. Um estudo publicado na Nature mostrou que modelos de linguagem associam forma de falar a juízo sobre pessoas, mas o estudo é sobre o inglês e não autoriza afirmar o mesmo resultado para o português. O que ele demonstra é o mecanismo. Por isso, nenhuma variedade deve ser tratada como erro, e "corrigir" fala para a norma de prestígio é decisão sua, não da ferramenta.
Não sem autorização. Texto protegido de terceiro, texto de aluno e material sob confidencialidade ficam fora de uma IA pública. A lei exige autorização prévia e expressa do autor para usar a obra, inclusive para adaptar e transformar. Para treinar, use textos próprios, de domínio público ou cenários fictícios.
Toda adaptação perde; a diferença entre boa e ruim é saber o quê. Antes de pedir a versão, defina a lista do que não pode se perder, porque, se você não definir, a ferramenta decide pela média. Entregue ao lado de cada versão um relatório de perda. Linguagem simples, assunto inteiro.
Não. O discurso de que a máquina escreve confunde produzir texto com responder por ele. Produzir ficou barato. Responder (saber por que cada escolha foi feita, distinguir norma de preferência, enxergar o julgamento social escondido numa "correção") continua sendo trabalho de quem foi formada para isso, e ficou mais valioso.
Qualquer um dos quatro. O Núcleo Comum do curso compara os quatro motores para você escolher pelo bolso, e o Prompt-Mestre da trilha funciona em qualquer um deles, inclusive nas versões gratuitas.
São oito episódios em podcast, três do Núcleo Comum e cinco da trilha de Letras, com cerca de uma hora de áudio e transcrição em texto na Área do Aluno. Acompanham PDF-guia, Caderno de Prompts e um Prompt-Mestre que vira tutor em qualquer IA. Custa R$ 40, pagamento único por Pix, com certificado ao concluir e garantia de 7 dias.
Núcleo Comum, trilha de Letras, materiais práticos e certificado por um pagamento único.