Núcleo Comum
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Transformar uso, lugar, vegetação, tempo e manutenção em proposta coerente e explicável sem gerar projeto ou especificação sem validação local.
Profissional recém-formado em paisagismo ou arquitetura da paisagem, em escritório, viveiro ou trabalho autônomo.
A trilha ensina a pedir apoio à IA com contexto e critério — e a reconhecer, em cada passo, o que continua sendo decisão sua.
Conteúdo direto, em áudio, com aplicação prática e limite profissional explícito.
Briefing em nove campos: leia o lugar antes de propor planta.
Matriz de candidatas com fonte declarada — o local manda.
Quadro de etapas e o que precisa ser protegido na obra.
Caderno vivo e calendário de manutenção que não é receita.
As três portas: lugar, espécie e toxicidade.
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Referência da trilha e comandos prontos para adaptar ao seu trabalho.
Um tutor que funciona em qualquer um dos quatro motores e ajuda você a praticar depois dos episódios.
A ferramenta organiza, rascunha e ajuda a comparar. A decisão técnica, a assinatura e a responsabilidade continuam sendo suas.
Respostas curtas, tiradas do conteúdo da trilha.
A IA ajuda a organizar o briefing do lugar, a matriz de espécies candidatas com fonte, o quadro de implantação por etapas, o calendário de manutenção e o protocolo de revisão técnica. Ela não conhece o lugar, não faz levantamento e não gera projeto. A regra da trilha: a IA sugere pesquisa; o paisagista conhece o lugar e especifica.
Não. Toda espécie sugerida é candidata até validação. Use a IA para montar a matriz de pesquisa: nome, função, condição necessária, porte futuro, infraestrutura, manutenção, toxicidade, fonte, localidade e o que falta validar. A especificação é do paisagista, que conhece o lugar e responde pelo projeto.
Não. A ausência de alerta não garante que uma planta seja atóxica, e fonte comercial indica disponibilidade, não adaptação nem segurança. Toxicidade se avalia para o uso real do espaço, com fonte técnica confiável, principalmente onde há crianças ou animais. A ferramenta pode ajudar a listar o que precisa ser verificado.
Transforme a imagem desejada em perguntas: tipo de lugar, quem usa e para quê, condições observadas, infraestrutura, vegetação existente, como o lugar muda no tempo e quem vai cuidar dele. Separe fato, relato e hipótese, e anote as dúvidas para a visita. A IA organiza a conversa; o lugar se conhece indo até ele.
Pode estruturar um caderno vivo, com data, área, observação, fonte, ação aprovada, responsável e retorno. O calendário parte do plano e de fontes locais, não de receita universal. Observação não é diagnóstico: o que parecer problema vai para avaliação técnica.
Cinco portas: o lugar foi levantado? A espécie foi identificada e validada? A toxicidade foi avaliada para o uso? A acessibilidade foi conferida no conjunto? A autoria e a responsabilidade estão registradas? A ferramenta só pode dizer que dá para pesquisar, que precisa de validação ou que não consegue confirmar; nunca que algo é seguro ou está especificado.
Qualquer um dos quatro. O Núcleo Comum do curso compara os quatro motores para você escolher pelo bolso, e o Prompt-Mestre da trilha funciona em qualquer um deles, inclusive nas versões gratuitas.
São oito episódios em podcast, três do Núcleo Comum e cinco da trilha de Paisagismo, com cerca de uma hora de áudio e transcrição em texto na Área do Aluno. Acompanham PDF-guia, Caderno de Prompts e um Prompt-Mestre que vira tutor em qualquer IA. Custa R$ 40, pagamento único por Pix, com certificado ao concluir e garantia de 7 dias.
Núcleo Comum, trilha de Paisagismo, materiais práticos e certificado por um pagamento único.