Núcleo Comum
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Ao final desta trilha, você usa IA para preparar campo, montar o vocabulário do projeto, estruturar diário sem completar lacuna, padronizar inventário de laboratório para conferência, esboçar relatório e versão de educação patrimonial, e organizar protocolo de consulta — sabendo exatamente onde a ferramenta para e por que ela para ali.
A arqueóloga recém-formada em campo, laboratório, patrimônio ou licenciamento — frequentemente contratada por projeto, em equipe que muda, com prazo de licenciamento correndo. Não é a pesquisadora sênior que assina o projeto: aqui o foco é quem faz o registro que sustenta a interpretação de alguém.
A trilha ensina a pedir apoio à IA com contexto e critério — e a reconhecer, em cada passo, o que continua sendo decisão sua.
Conteúdo direto, em áudio, com aplicação prática e limite profissional explícito.
As perguntas que você faz antes de sair.
O registro que vira a única cópia.
Normalizar forma sem decidir conteúdo.
Dois documentos, um material verificado.
O protocolo de parada e o de consulta.
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Referência da trilha e comandos prontos para adaptar ao seu trabalho.
Um tutor que funciona em qualquer um dos quatro motores e ajuda você a praticar depois dos episódios.
A IA organiza registro; a arqueóloga interpreta o contexto.
Respostas curtas, tiradas do conteúdo da trilha.
A IA ajuda a preparar o campo, montar o vocabulário do projeto, estruturar o diário sem completar lacuna, padronizar o inventário de laboratório para conferência e esboçar o relatório e a versão de educação patrimonial. A regra que vale em toda a trilha: a IA organiza registro; a arqueóloga interpreta o contexto.
Não. A lei que regulamenta a profissão lista a interpretação entre as atribuições do arqueólogo, e a palavra está no texto legal. Peça à ferramenta que não atribua cronologia, filiação cultural, função ou autoria e que não infira relação entre camadas. Organizar o registro é trabalho dela; dizer o que o contexto significa é o seu.
Não. Coordenada, croqui, mapa, descrição de acesso, nome de comunidade ou de território e informação confiada em conversa ficam fora de uma IA pública. Atenção à foto de celular, que carrega a coordenada nos metadados. Destruir sítio é crime contra o patrimônio, e localização exposta aumenta o risco de saque e vandalismo. Descreva por tipo de contexto, nunca por localização.
Peça que a IA organize as anotações em campos (o que foi feito, o que foi observado, o que foi coletado, o que mudou, as condições do dia) e proíba que ela complete sequência ou conclua o dia. Ela deve escrever "não registrado" em vez de deduzir. Modelos de linguagem são bons em coerência: se a anotação tem um buraco, a resposta volta sem ele, e o buraco precisa continuar no papel.
Pode padronizar a forma: grafia, ordem dos campos, unidade. Decidir o que um fragmento é ou de onde veio um saco sem etiqueta é análise e classificação, e a ferramenta faz as duas coisas sem avisar qual é qual. O vocabulário vem do projeto e é você quem fornece. Item sem procedência registrada ainda serve; item com procedência inventada contamina os outros.
A tecnologia abre um cenário de pesquisa importante, e o que separa o uso certo do errado é o método: autorização dos órgãos competentes, consulta livre, prévia e informada às comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais e cuidado com a divulgação da localização. Nenhuma dessas três coisas é tecnológica, e todas fazem parte da formação da arqueóloga.
Não. Saber onde a ferramenta para não é limitação: é a competência mais valiosa da área agora. O registro de campo, depois que o contexto se desfaz, é a única cópia que vai existir, e quem garante que ele diz a verdade, inclusive sobre o que não foi observado, é a profissional.
Qualquer um dos quatro. O Núcleo Comum do curso compara os quatro motores para você escolher pelo bolso, e o Prompt-Mestre da trilha funciona em qualquer um deles, inclusive nas versões gratuitas.
São oito episódios em podcast, três do Núcleo Comum e cinco da trilha de Arqueologia, com cerca de uma hora de áudio e transcrição em texto na Área do Aluno. Acompanham PDF-guia, Caderno de Prompts e um Prompt-Mestre que vira tutor em qualquer IA. Custa R$ 40, pagamento único por Pix, com certificado ao concluir e garantia de 7 dias.
Núcleo Comum, trilha de Arqueologia, materiais práticos e certificado por um pagamento único.