Núcleo Comum
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Ao final desta trilha, você usa IA para estruturar ficha de objeto com lacunas visíveis, montar mapa de fontes rastreável, esboçar o esqueleto de uma narrativa expositiva, escrever mediação para públicos diferentes e organizar protocolo de consulta — sabendo exatamente onde a ferramenta para e por que ela para ali.
A museóloga recém-formada em museu pequeno, centro de memória, casa de cultura, exposição temporária ou projeto comunitário — com equipe curta, acumulando documentação, pesquisa, montagem e atendimento ao público. Não é a curadora de grande instituição com departamento próprio para cada coisa.
A trilha ensina a pedir apoio à IA com contexto e critério — e a reconhecer, em cada passo, o que continua sendo decisão sua.
Conteúdo direto, em áudio, com aplicação prática e limite profissional explícito.
A ficha com um campo para o que não se sabe.
Da lacuna ao mapa de fontes.
O que esta exposição afirma, em uma frase.
Três portas de entrada, um conteúdo só.
O protocolo de parada e o de consulta.
Três episódios para escolher entre ChatGPT, Claude, DeepSeek e Gemini, aprender a fórmula P.A.P.A. e começar com segurança.
Referência da trilha e comandos prontos para adaptar ao seu trabalho.
Um tutor que funciona em qualquer um dos quatro motores e ajuda você a praticar depois dos episódios.
A IA ajuda a formular; a museóloga responde pelo acervo e pela narrativa.
Respostas curtas, tiradas do conteúdo da trilha.
A IA acelera a escrita, que é boa parte do trabalho num museu pequeno: estruturar a ficha de objeto com lacunas visíveis, montar o mapa de fontes, esboçar o argumento de uma exposição, escrever mediação para públicos diferentes e organizar o protocolo de consulta. A regra da trilha: a IA ajuda a formular; a museóloga responde pelo acervo e pela narrativa.
Não. Datação, atribuição e autenticidade são perícia, e a lei que regulamenta a profissão lista entre as atribuições do museólogo a perícia sobre o valor e a autenticidade de bens museológicos. Uma ferramenta que devolve isso está imitando o ato, e imita bem. Peça que ela escreva "não informado" em vez de preencher com o provável.
Peça que a IA organize o que você tem em campos separados: o que foi observado por você no objeto; o que foi declarado, por quem e em que data; como o objeto chegou ao museu; e o que não se sabe. A separação entre observado e declarado é a diferença entre um acervo confiável e um acervo cheio de lenda. E "não informado" é um dado verdadeiro sobre uma lacuna.
Não sem conferir. Modelos de linguagem produzem autor, título e editora plausíveis. No museu, a referência falsa vira ficha, a ficha vira legenda e a legenda vira catálogo, com a autoridade do museu emprestada a ela. A ferramenta pode sugerir onde procurar; nunca diz o que é verdade.
Não no lugar da comunidade. Comunidade não se representa, se consulta: um texto respeitoso escrito em nome de alguém está errado pela raiz, não pelo conteúdo. A IA pode ajudar a organizar o protocolo de consulta e a preparar versões do que a comunidade disser, com a palavra dela. História sensível confiada ao museu não entra em IA pública.
Pode ajudar a criar versões do mesmo conteúdo verificado: texto curto, roteiro de atividade por faixa etária, linguagem simples com o assunto inteiro. Quando a Pinacoteca de São Paulo pôs uma IA para conversar com visitantes sobre as obras, o próprio museu relatou que o que sustentou o projeto foi a preparação, com uma curadora dedicada a garantir fontes seguras.
Dado de doador, cadastro restrito, informação de segurança do acervo, imagem com restrição de uso e história sensível confiada ao museu. Descreva por tipo de objeto e por situação, nunca por identificação. Os inventários museológicos são patrimônio, e isso muda o peso de cada campo preenchido.
Qualquer um dos quatro. O Núcleo Comum do curso compara os quatro motores para você escolher pelo bolso, e o Prompt-Mestre da trilha funciona em qualquer um deles, inclusive nas versões gratuitas.
São oito episódios em podcast, três do Núcleo Comum e cinco da trilha de Museologia, com cerca de uma hora de áudio e transcrição em texto na Área do Aluno. Acompanham PDF-guia, Caderno de Prompts e um Prompt-Mestre que vira tutor em qualquer IA. Custa R$ 40, pagamento único por Pix, com certificado ao concluir e garantia de 7 dias.
Núcleo Comum, trilha de Museologia, materiais práticos e certificado por um pagamento único.